Em resumo
- PABX virtual é a central telefônica na nuvem do fornecedor: ramais, URA, filas e gravação, sem servidor no escritório.
- O que diferencia um PABX virtual não é só o preço: é a qualidade de voz medida (MOS por chamada), o suporte feito por engenheiros e a implantação em minutos.
- A conta soma ramais, números, canais extras e minutos de saída. Receber não é cobrado por minuto.
- Na GCLOUD, o ramal custa R$ 38,90 por pessoa ao mês, com mínimo de 5 ramais e sem fidelidade.
- Nas plataformas GCLOUD Atende e Recupera, a licença substitui o ramal. Integração com CRM e helpdesk é sob consulta.
- Com 20 ramais, 4 números e 2.000 minutos de saída, o simulador dá R$ 1.129,60 por mês, valor de referência sujeito a proposta comercial.
Toda empresa com telefone tem um PABX: a central que decide qual ramal toca, quem entra na fila e o que é gravado. O PABX virtual é a mesma central, rodando na infraestrutura de quem vende o serviço.
O que é um PABX virtual sob demanda?
É a central telefônica vendida como serviço, no modelo que o software chama de SaaS: a empresa não compra a central, assina o uso dela. Ramais, URA, filas e gravação continuam existindo, mas o servidor fica na nuvem do fornecedor, e cada pessoa usa o ramal pelo aplicativo no celular, pelo softphone no computador ou por telefone IP de mesa, que é opcional.
O “sob demanda” está na cobrança: a empresa paga pelo que usa no mês, em ramais, números, chamadas simultâneas e minutos de saída. Na GCLOUD, a infraestrutura fica em São Paulo, com replicação opcional para a AWS us-east-1.
O que muda em relação à central física?
Os recursos são os mesmos. Muda quem carrega o peso:
- Não há servidor para comprar. Nada no rack, nenhuma placa para trocar.
- Não há contrato de manutenção de hardware. Atualização, rotas e disponibilidade ficam com quem opera o serviço.
- A capacidade não depende de porta física. Crescer significa contratar mais ramais ou canais, não trocar de equipamento.
- O ramal vai com a pessoa. Quem trabalha de casa ou em outra unidade atende pelo aplicativo, na mesma central.
O que não muda: telefonia em nuvem depende de internet e de energia. Se a operação não pode parar quando o link cai, redundância de link entra no projeto.
Como se paga a telefonia como serviço?
| Item | Valor de referência | Como é cobrado |
|---|---|---|
| Ramal institucional | R$ 38,90 | Por pessoa, por mês. Mínimo de 5 ramais |
| Número fixo (DID) | R$ 24,90 | Por número, por mês, com 2 canais simultâneos |
| Bloco de 5 canais | R$ 24,90 | Por mês, para receber mais chamadas ao mesmo tempo |
| Minuto para fixo | R$ 0,11/min | Só nas chamadas que saem |
| Minuto para celular | R$ 0,15/min | Só nas chamadas que saem |
| Chamada recebida | R$ 0,00 | Receber não é cobrado por minuto |
Três detalhes pesam mais do que parece. Receber não custa por minuto, então operação receptiva se dimensiona por canais, não por minutos recebidos. A tarifa para fixo é uma só, local ou longa distância. E não existe pacote que expira: a cobrança é por minuto falado, com mínimo de 30 segundos.
Ativar número novo não tem custo, e não há fidelidade nem multa de cancelamento. Para trazer números de outra operadora, a portabilidade custa R$ 20,00 por número, cobrada uma vez. Valores de referência, sujeitos a proposta comercial.
Dá para crescer e reduzir conforme o uso?
Sim, e esse é o ponto do modelo. Cada pessoa que entra é mais um ramal a R$ 38,90 por mês, e uma equipe menor paga menos ramais, respeitando o mínimo de 5. Cada número já traz 2 chamadas simultâneas, e acima disso os canais vêm em blocos de 5, ampliados conforme o tráfego da operação. A conta de canais está no texto sobre canais simultâneos.
Antes de contratar, dá para testar por 7 dias.
O que avaliar além do preço?
Preço por ramal se compara em um minuto. O que separa um PABX virtual bom de um que vira dor de cabeça aparece depois, e são três coisas:
- Qualidade de voz. Rotas redundantes, com múltiplas parceiras de longa distância e failover automático, e monitoramento com MOS estimado por chamada, com histórico no painel. Sem medição, a reclamação de chiado vira opinião contra opinião.
- Quem atende o suporte. Na GCLOUD, o atendimento técnico é feito por engenheiros de rede e telefonia, pelo WhatsApp, 24/7: quem atende é quem resolve, com primeira resposta em até 15 minutos em 99,9% dos chamados, e um SIP trace é lido por alguém que entende o que está vendo.
- Velocidade de implantação. Sem servidor para instalar, a central fica pronta em 30 minutos, em média. Enquanto a portabilidade tramita, ela é montada e testada com número provisório, e na virada nada está sendo estreado.
Quando a licença da plataforma substitui o ramal?
Quando a operação vai usar o GCLOUD Atende, para receptivo e SAC, ou o GCLOUD Recupera, para cobrança. Cada pessoa na plataforma usa a licença de atendente a R$ 65,00 por mês, que já inclui o ramal: quem paga a licença não paga o ramal. A implantação tem setup a partir de R$ 500, cobrado uma vez conforme o tamanho do projeto. Quem contrata só telefonia não paga setup.
No SAC, a plataforma é onde moram obrigações do Decreto 11.034/2022, como o protocolo e a gravação guardada por no mínimo 90 dias. O cenário de SAC da página de preços, com 25 licenças, 2 números, 30 chamadas simultâneas e 2.000 minutos de saída, fica em R$ 2.076,20 por mês.
E a integração com o CRM e o helpdesk?
Em termos gerais, integrar a telefonia ao CRM ou ao helpdesk serve para abrir a ficha do cliente quando o telefone toca, registrar a chamada no histórico e discar com um clique a partir do sistema.
Na GCLOUD, essa integração é feita sob consulta. A API é privada e não tem documentação pública: o acesso é liberado ao cliente depois de avaliado o caso. E, como número, gravação e histórico são dados pessoais sob a LGPD (Lei 13.709/2018), definir quem acessa o quê faz parte do projeto.
Quanto custa na prática?
Um exemplo feito com o simulador da página de preços: 20 pessoas com telefone, 4 números, nenhum canal extra e 2.000 minutos de saída por mês, 1.200 para fixo e 800 para celular. Só telefonia, sem plataforma e sem central própria.
| Parte da conta | Entrada no simulador | Valor por mês |
|---|---|---|
| Ramais | 20 ramais a R$ 38,90 | R$ 778,00 |
| Números | 4 números a R$ 24,90 | R$ 99,60 |
| Canais | 8 inclusos nos números, nenhum bloco extra | R$ 0,00 |
| Voz | 1.200 min para fixo a R$ 0,11 e 800 min para celular a R$ 0,15 | R$ 252,00 |
| Total | Valor de referência | R$ 1.129,60 |
A maior parte da conta é assinatura, não minuto: os ramais são mais da metade do total. A parte que varia é a voz de saída, que dá para estimar pela fatura atual. Para um escritório menor, o mesmo simulador dá R$ 293,10 por mês com 5 ramais, 2 números e 400 minutos de saída, 70% para fixo e 30% para celular.
E os números que a empresa já tem?
Ficam. A portabilidade numérica é regulamentada pela Anatel e, na GCLOUD, conduzida pela própria equipe. A linha atual funciona enquanto o pedido tramita, e a central nova é testada com número provisório antes da virada. Só não cancele o contrato antigo antes de portar: o número deixa de poder ser portado. Detalhes na página de portabilidade.
Quando o PABX virtual não é a melhor escolha?
Quando a empresa já tem central própria funcionando, com Asterisk, Issabel, FreePBX ou 3CX, e alguém que cuida dela. Aí o produto certo costuma ser o SIP Trunk, como explicado em SIP Trunk ou PABX Virtual: qual escolher. Também não serve para menos de 5 ramais, o mínimo da GCLOUD, nem para uso residencial.
Perguntas que sempre aparecem
PABX virtual precisa de servidor no escritório?
Quanto custa um PABX virtual por mês?
Posso aumentar ou reduzir os ramais depois?
O PABX virtual integra com CRM e helpdesk?
Dá para manter o número atual da empresa?
Quer a conta da sua empresa?
Manda quantas pessoas usam telefone, quantos números a empresa tem e a última fatura. Devolvemos a conta fechada, lado a lado com o que você paga hoje.
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