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GCLOUD Atende

Quando o SAC é terceirizado, quem responde pela conformidade é você

O GCLOUD Atende é a nossa plataforma para operações receptivas. Ela existe por um motivo simples: o consumidor liga cobrando o protocolo. O órgão fiscalizador pede a gravação de noventa dias atrás. O contratante quer o relatório da carteira dele e só dela. Nada disso é problema do sistema que você usa hoje, e é exatamente por isso que vira problema seu.

O aperto de quem atende pelos outros

Operação de receptivo terceirizado vive numa posição desconfortável: a obrigação legal é do contratante, a execução é sua, e a culpa quando falha também.

Quando o consumidor abre reclamação porque não conseguiu o protocolo, quem apanha primeiro é a operação que atendeu. Quando o fiscal pede a gravação e ela não aparece, a explicação sobra para quem operava a chamada. E quando o contratante decide trocar de fornecedor, o histórico de atendimento raramente sai junto de forma utilizável.

Some a isso a rotina de atender vários contratantes concorrentes entre si. Cada um com seu sistema, seu relatório, sua árvore de motivos e sua exigência de que ninguém mais veja a base dele. O atendente termina o dia alternando entre três telas de três empresas diferentes, e o supervisor faz relatório no Excel porque nenhum dos sistemas fala com o outro.

O que a lei exige, e onde isso mora no sistema

O Decreto 11.034/2022 substituiu o antigo decreto do SAC e vale desde outubro de 2022. As obrigações operacionais são objetivas, e todas passam pelo sistema que a sua operação usa:

ObrigaçãoOnde ela vive na plataforma
Consumidor acompanha a demanda por registro numérico Protocolo emitido pela plataforma no formato data mais sequencial, contado por operação e por dia. Visível ao atendente durante a chamada
Gravação da chamada mantida por no mínimo 90 dias Gravação vinculada ao atendimento, com retenção configurável e imutabilidade no período de guarda
Registro do atendimento por no mínimo 2 anos da resolução Atendimento com classificação, notas e histórico, preservado mesmo quando a taxonomia muda
Histórico disponibilizado ao consumidor em até 5 dias Busca por protocolo no servidor, que encontra o atendimento sem depender do que está carregado na tela

Resumo das obrigações operacionais que passam pelo sistema. O decreto tem outros deveres, como prazos de resposta e acessibilidade, que dependem do processo da operação e não de software. Conformidade completa é assunto do jurídico do contratante.

O protocolo quebra em três lugares, e ninguém percebe até o consumidor ligar de volta

1. O número sai da central telefônica. Funciona enquanto existe uma central e um contratante. Quando a operação cresce, passa a ter uma segunda central ou a atender uma segunda empresa, os números começam a repetir. Dois consumidores diferentes, de contratantes diferentes, carregando o mesmo protocolo. A busca devolve dois atendimentos e ninguém sabe qual é o certo.

2. O número é criado depois, no sistema. O atendente encerra a chamada, abre o cadastro e gera o registro. Só que o consumidor já desligou. Ele saiu da ligação sem número nenhum, e quando voltar cobrando, a única saída é pedir que ele conte o problema inteiro de novo. É aqui que nasce a maior parte das reclamações de "ninguém me passou protocolo".

3. O número existe, mas não é achável. O mais comum e o mais irritante. O protocolo foi emitido e está gravado, mas a busca só varre o que já está carregado na tela, ou só o período que o filtro deixou aberto. O consumidor dita o número, o atendente digita, não encontra, e a conversa começa com a empresa dizendo que aquele atendimento não existe.

E existe o cenário que junta os três: a chamada transferida. O protocolo é emitido na entrada, a ligação passa para outro setor, o segundo atendente abre um registro novo, e a mesma conversa passa a ter dois números. O consumidor guardou o primeiro. O relatório mostra o segundo. Quando o órgão fiscalizador pede o histórico daquele contato, os dois aparecem separados, como se fossem duas demandas.

Como a plataforma trata cada um

O número é emitido pelo servidor no momento em que a chamada entra, com contagem própria de cada operação e de cada dia. Não depende de central, não depende de o atendente lembrar, e não repete entre contratantes.

A busca por protocolo acontece no servidor, não na tela. Digitou o número, encontra o atendimento, mesmo que ele seja de oito meses atrás e esteja fora de qualquer filtro aberto.

E tem um detalhe de fuso horário que parece bobagem e derruba operação: a data do protocolo é a de Brasília, não a do relógio interno do servidor. Sem esse cuidado, toda chamada depois das 21h sairia com a data do dia seguinte. É exatamente a data que o consumidor anotou e vai conferir quando ligar de volta.

Se a emissão falhar por qualquer motivo, o atendimento não se perde: fica registrado do mesmo jeito e continua rastreável. Preferimos um atendimento sem número a um atendimento inexistente.

A pergunta que decide o contrato

Quando você atende empresas que competem entre si, ela chega cedo e é sempre a mesma: como você garante que a operação do meu concorrente não enxerga a minha base de assinantes?

Pense em como os documentos ficam guardados. O jeito comum é uma sala só, com as pastas de todos os contratantes etiquetadas na prateleira. Funciona enquanto ninguém pega a pasta errada, e a garantia é a etiqueta.

Aqui é diferente: cada contratante tem a sua própria sala, com a sua própria chave. Quem trabalha na conta de um não tem a chave da porta do outro. Não é regra de conduta, não é aviso na parede, não é confiança no funcionário. A porta simplesmente não abre.

Sua operação de atendimento
Contratante A
banco_contratante_a
usuário do A
conecta só aqui
Contratante B
banco_contratante_b
usuário do B
conecta só aqui
Contratante C
banco_contratante_c
usuário do C
conecta só aqui

Cada contratante guardado em separado, com acesso próprio. A tentativa de alcançar o dado do outro falha logo na entrada, com permissão negada, antes de qualquer leitura acontecer.

A diferença aparece na auditoria. No modelo da prateleira etiquetada, você mostra o processo e pede confiança. Aqui você mostra que o acesso não existe, e não existe teste que prove o contrário. É o tipo de resposta que encerra a reunião de segurança em vez de abrir pendência.

Para quem for perguntar o detalhe técnico na auditoria: são bancos de dados distintos, um por contratante, com permissão de conexão concedida individualmente. Não há como uma consulta atravessar de um para o outro.

Classificação que não reescreve o passado

Cada contratante quer sua própria árvore de motivos, e ela sempre muda. O problema é que, na maioria dos sistemas, mexer na taxonomia bagunça o relatório antigo: você renomeia um motivo e o número do trimestre passado muda junto.

Aqui a classificação tem dois níveis, motivo e submotivo, é própria de cada operação, e editar a árvore não reescreve o histórico. Atendimento já classificado continua apontando para o que foi escolhido na hora. Relatório fechado permanece fechado.

Operação nova já começa com uma árvore padrão de SAC, porque classificar é obrigatório para encerrar o atendimento e ninguém deveria passar o primeiro dia montando lista de motivos.

A telefonia vem junto, e isso não é upsell

O softphone é WebRTC no navegador, sem instalar nada. Fila, gravação, protocolo e classificação são o mesmo sistema, não integração entre fornecedores.

Isso importa por um motivo prático: quando protocolo e gravação dependem de integração, eles falham exatamente nas chamadas que dão problema. A chamada que caiu, a que transferiu, a que o cliente desligou no meio. São essas que viram reclamação, e são essas que a integração perde.

Quando é tudo o mesmo sistema, não existe chamada sem registro. E quando algo dá errado, quem responde no WhatsApp é quem opera a telefonia, não um suporte que abre chamado com a operadora.

Como é a implantação

Não entregamos acesso e desejamos boa sorte. A implantação é acompanhada, e segue sempre a mesma ordem:

  1. Entender a operação Quantos atendentes, quantos contratantes, o volume da hora de pico e como a fila é organizada hoje. É daqui que sai o dimensionamento de canais e de licenças.
  2. Montar o isolamento e os acessos Cada contratante recebe o seu espaço próprio, e os perfis de acesso são criados conforme quem pode ver o quê dentro da sua operação.
  3. Configurar a árvore de motivos Começamos pela árvore padrão de SAC e ajustamos para o vocabulário de cada contratante. Nada de operação parada no primeiro dia montando lista de classificação.
  4. Preparar a telefonia antes da virada Ramais, filas e gravação sobem e são testados com número provisório. Se houver portabilidade, ela corre em paralelo e a troca acontece em janela combinada.
  5. Acompanhar as primeiras semanas Contato de rotina enquanto a operação estabiliza, com ajuste do que aparecer. Depois disso, o suporte segue com quem opera a telefonia, não com um primeiro nível.

Para quem isso não serve

Conta a sua operação

Quantos atendentes, quantos contratantes, o volume da hora de pico e o que mais dói hoje. Com isso a gente monta o dimensionamento e mostra a plataforma rodando no seu cenário. Se não fizer sentido para os dois lados, a gente fala isso também.

Falar no WhatsApp

Perguntas que sempre aparecem

O que o Decreto 11.034/2022 exige de um SAC por telefone?
Entre outras obrigações: o consumidor tem direito de acompanhar suas demandas por registro numérico, o que na prática é o número de protocolo; a gravação da chamada precisa ser mantida por no mínimo 90 dias contados do atendimento; o registro do atendimento por no mínimo 2 anos a partir da resolução; e o histórico deve ser disponibilizado ao consumidor em até 5 dias da solicitação. Há outros deveres, como prazos de resposta, que dependem do processo e não do software.
A plataforma emite protocolo automaticamente?
Sim, pelo servidor, com contagem própria por operação e por dia, no formato data mais sequencial. Fica visível ao atendente durante a chamada e no pós-atendimento, e a busca por protocolo é feita no servidor, encontrando o atendimento mesmo fora da página carregada.
Como fica a gravação e a retenção de 90 dias?
A gravação é vinculada ao atendimento e vai para armazenamento com retenção configurável e imutabilidade no período de guarda, o que impede alteração ou exclusão antes do prazo. O prazo aplicável ao seu contrato pode ser maior que o mínimo legal, e nesse caso é ele que configuramos.
Dá para cada contratante ter sua própria árvore de motivos?
Sim, e mudar a árvore não reescreve o histórico. Atendimentos já classificados continuam apontando para a classificação original, então relatório antigo não muda quando a taxonomia evolui. Operação nova começa com uma árvore padrão de SAC.
Preciso trocar de operadora de telefonia?
Sim. A voz vem junto porque softphone, fila, gravação e protocolo são o mesmo sistema. É essa ausência de emenda que garante que não exista chamada sem registro, inclusive nas que caem ou são transferidas, que são justamente as que viram reclamação.
Serve para quem tem SAC próprio, sem terceirizar?
Serve, e é um caso mais simples: em vez de vários contratantes isolados entre si, existe um só. O desenho foi feito para o cenário mais difícil, então o mais fácil cabe dentro dele.
Próximos passos

Antes de falar com a gente

Duas contas que valem fazer, e a outra metade da plataforma.