O problema que a gente está atacando
Quem opera cobrança conhece a rotina: o credor manda a base, alguém trata no Excel, importa no discador, o atendente trabalha numa tela e anota o acordo em outra, a gravação fica no servidor da central e a conciliação do que entrou é feita comparando planilha com extrato.
Cada emenda dessas é um lugar onde o dado se perde e onde ninguém consegue responder rápido a pergunta que o credor faz: quanto da minha carteira você trabalhou hoje, e com que resultado.
E tem a pergunta mais difícil, que todo credor faz mais cedo ou mais tarde: como você garante que a operação que trabalha a carteira do meu concorrente não enxerga a minha?
A resposta que a maioria dá, e por que ela não basta
A resposta padrão do mercado é "temos separação por cliente". Pense em como isso funciona na prática: uma sala só, com as pastas de todos os credores etiquetadas na prateleira. Funciona enquanto ninguém pega a pasta errada, e a garantia é a etiqueta.
O problema não é má-fé, é que basta um descuido. Um filtro esquecido numa consulta, um relatório montado às pressas, e o dado de um credor aparece na tela de quem trabalha o outro. Não é hipótese: é o defeito mais comum de sistema que atende vários clientes.
Aqui é diferente: cada credor tem a sua própria sala, com a sua própria chave. Quem trabalha na conta de um não tem a chave da porta do outro. Não é regra de conduta nem confiança no funcionário. A porta simplesmente não abre.
conecta só aqui
conecta só aqui
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Cada credor guardado em separado, com acesso próprio. A tentativa de alcançar o dado do outro falha logo na entrada, com permissão negada, antes de qualquer leitura acontecer. Para o relatório consolidado sobe apenas número somado, nunca dado de pessoa.
Recusamos também o atalho que resolveria o relatório consolidado com uma linha de configuração, justamente porque ele abriria uma passagem entre as salas. O consolidado é montado com número somado, sem que dado de pessoa saia do lugar.
Para quem for perguntar o detalhe técnico na auditoria: são bancos de dados distintos, um por credor, com permissão de conexão concedida individualmente, e sem federação entre eles.
O fluxo, do arquivo do credor ao dinheiro conciliado
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Ingestão diária | A base do credor entra todo dia e vira caso durável por CPF e contrato, em vez de uma lista que se perde a cada importação |
| Estratégia e aging | A régua define quem é abordado, por qual canal e com que cadência, conforme o tempo de atraso e o perfil da carteira |
| Plano do dia | A fila do atendente sai priorizada pela estratégia, não pela ordem do arquivo |
| Discador | Três modos de operação, com a telefonia da GCLOUD por baixo, sem integração de terceiro no meio |
| Tabulação | O atendente classifica o contato numa taxonomia própria da sua operação, e o caso avança na régua sozinho |
| Promessa e acordo | PTP e acordo registrados no caso, com acompanhamento do que foi prometido |
| Conciliação | O pagamento que entra é casado com a promessa, e o caso baixa |
| Analytics | Painel de recuperação por carteira, credor e campanha, alimentado por agregado |
A telefonia não é integração, é a mesma casa
Este é o ponto que nos separa de plataforma de cobrança que roda em cima de telefonia de terceiro.
O softphone do atendente é WebRTC direto no navegador, sem instalar nada, e o áudio vai direto do browser para a central. Discador, fila, gravação e tabulação vivem no mesmo sistema. Quando a chamada cai, quem responde é quem opera a telefonia, e não um suporte que abre chamado com a operadora e te avisa em dois dias.
É por isso que a plataforma é vendida junto com a telefonia, e não separada. Metade do valor está justamente em não haver emenda entre as duas.
Como é a implantação
Não entregamos acesso e desejamos boa sorte. A implantação é acompanhada, e segue sempre a mesma ordem:
- Entender a operação Quantos atendentes, quantos credores, o volume de base por dia e como a régua funciona hoje. É daqui que sai o dimensionamento.
- Montar o isolamento e os acessos Cada credor recebe o seu espaço próprio, e os perfis de acesso são criados conforme quem pode ver o quê dentro da sua operação.
- Configurar carteiras e estratégias A régua de aging, os canais e a cadência são montados junto com quem conhece a carteira, não por adivinhação.
- Rodar a primeira ingestão A base do credor entra e vira caso. É aqui que aparecem as particularidades de layout que nenhum manual antecipa.
- Acompanhar as primeiras semanas Contato de rotina enquanto a operação estabiliza. Depois disso, o suporte segue com quem opera a telefonia.
Para quem isso não serve
- Quem não pode mexer na telefonia. A plataforma vem com a voz junto. Se você tem contrato longo com outra operadora, a conta não fecha.
- Quem quer só um discador. Existe coisa mais barata e mais simples para isso, e a gente diz sem problema.
Conta a sua operação
Quantos atendentes, quantos credores, qual o volume de base por dia e o que mais dói hoje. Com isso a gente monta o dimensionamento e mostra a plataforma rodando no seu cenário. Se não fizer sentido para os dois lados, a gente fala isso também.
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